sábado, 19 de maio de 2018

Continuo do meu jeito, com a minha fé que me auxilia a prosseguir em meio aos ataques que persistem - e acrescidos de outros.
A lembrança e o Amor pelo Meu Tesouro Luis Augusto continuam em minha vida e no meu coração. Meu Menino Anjo que tanta alegria me trouxe,  relembro do que vivi e aprendi.
Cuido da nossa Luna Maria também, sei que ela seria sua se estivesse conosco.
Muito persistem nas críticas e tentativa de impor o que consideram como a única forma correta de viver e de cultuar a Deus. Há muito tempo, eu digo: "Sou Maria, mas não vou com as outras".
Assim vou existindo.

Vivendo, existindo

... ou apenas realizando as mecânicas funções inerentes à condição de ser vivo? Fator biótico. Interações interespecíficas e intraespecíficas - mutualismo, protocooperação, comensalismo, caindo, por fim, no parasitismo, canibalismo ou numa espécie de autofagia. Já dizia Guimarães Rosa: viver é muito perigoso. Concordo com ele, mas teimo em prosseguir. As condutas atípicas são a especialidade desta que, neste momento, digita.
- texto de 2011, estava como rascunho, porém continua muito compatível com a realidade.
Faz algum tempo que não escrevo aqui.
Neste período, algumas mudanças ocorreram. Uma das máscaras a que me referi na última postagem foi retirada, definitivamente, assim como quem a utilizava deixou de fazer parte do meu convívio . A vida evolui.
Há pouco mais de dois anos, minha família voltou a sorrir, Deus nos presenteou com um sobrinho muito querido, que vem trazer alegria às nossas vidas.
Talvez a luta esteja dentro das escolhas que fiz antes de reencarnar. Continuo a trabalhar pelo que considero necessário e, principalmente, permaneço com a decisão de não tomar parte dos festins de quem combate a liberdade e tenta, a todo custo, restaurar ou fortalecer prisões que lhes favoreçam.
Defrontamo-nos com a batalha pela vida, cotidianamente e o desafio de não perder a esperança, a despeito dos caminhos, dá impulso à caminhada.
"Corra, não pare não pense demais
Repara essas velas no cais
Que a vida é cigana.
É caravana
É pedra de gelo ao sol
Degelou meus olhos tão sós
No mar de água clara".

 Mary Coatina